sábado, 31 de outubro de 2009
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Historia das Pernambucanas
Herman Theodor Lundgren, sueco radicado no Brasil desde 1855, adquire em Paulista, PE, a Companhia de Tecidos Paulista. Assim, no dia 25 de setembro de 1908, surge a primeira Casas Pernambucanas.Na década de 1910 ocorre a inauguração da loja da praça da Sé em São Paulo, sendo que durante a primeira grande guerra, a Casas Pernambucanas junto com a Cia. Paulista de Tecidos participam do grande desenvolvimento que o setor têxtil brasileiro apresenta neste período. A rede de lojas, então, atinge a marca de 200 unidades em diversas cidades do país. E nos anos 20 a empresa inaugura a fábrica de Rio Tinto (PB) e lança seu “manual de procedimentos”. Na década de 1930, a fazendas de Marca Olho, que não desbotam e não encolhem, e as camisas Lunfor eram artigos escolhidos pelos consumidores exigentes. Em seguida, nos anos 40, para atrair clientes de forma simpática, as filiais da rede colocaram dian tes das fachadas o boneco Grillo, um policial de madeira que apontava para a entrada do estabelecimento, indicando que aquele era um lugar confiável. Com mais de 400 filiais pelo Brasil, Pernambucanas exibe filmes gratuitamente para a população, levando películas e projetores a bairros e cidades onde não havia cinemas. Na década de 60 é lançado na TV o filme publicitário que entrou para a história: “Quem bate? É o frio. Não adianta bater, eu não deixo você entrar”. Seguindo a nova tendência do comércio, a Pernambucanas integra suas lojas aos recém-inaugurados shoppings centers, como o Iguatemi, em São Paulo. Assim, a Casas Pernambucanas torna-se a maior rede de lojas do Brasil. Nos anos 70, a Pernambucanas entra no mercado de confecções para homens, mulheres e crianças. Para a divulgação, é organizada uma grande campanha publicitária, na qual pára-quedas literalmente invadiam as lojas. Primeiro em Bandeirantes, Apucarana e Nova Esperança, PR, depois em toda a rede é iniciada a comercialização de eletroeletrônicos. Além disso, são admitidas a sprimeiras mulheres no quadro de vendedores das lojas, sendo que antes, só trabalhavam no caixa, na contabilidade e administração. Na década de 90, Pernambucanas inicia a informatização das suas lojas, acompanhando a revolução digital. Ela adota cartões magnéticos, fitas cassetes, etiquetas de controle e códigos de barras. Em 2001 a rede inicia a comercialização de celulares; em 2003, lança a linha de calçados; em 2004 inaugura o novo centro de distribuição em Barueri-SP; e em 2005, inaugura a Universidade Corporativa Comendadeira Helena Lundgren e o Memorial Pernambucanas.
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